quinta-feira, 16 de abril de 2015

Estranhos Prazeres

Música indicada para ouvir durante esta leitura: The Nobodies, Marilyn Manson
Uma coisa triste: ter um marido brocha!
Eu estava cansada disso! Subia pelas paredes todos os dias! Ele havia perdido totalmente a vontade de toda e qualquer forma de sexo, nem punheta ele tocava. Ele sempre foi quente, tinha uma pegada gostosa, mas de um tempo pra cá vem dizendo que está velho e cansado, merda de cigarro!
Minha alegria era quando meu marido saia pra trabalhar, eu pegava meu massageador, já que nunca tive coragem de comprar um vibrador. Ele tinha 3 velocidades, o único pesar era que não dava pra entrar na minha buceta, mas eu sempre metia uns dedinhos ou mesmo minha escova de cabelo, o cabo dela. Aproveitava a tarde inteira gozando, assistindo alguns filmes antigos de putaria. Ás vezes, gozava tanto, que meu clitóris ficava dormente devido ao uso abusivo do massageador. Ficava triste, pois aquilo quebrava um galho, nada iria substituir os dedos e a rola do meu marido.
Mesmo sem sexo, tentava tocar minha vida normalmente, dava aula à noite e passava o dia sozinha fazendo tarefas domésticas, lavando, passando, etc. Fazia de tudo, mas, sempre deixando uma horinha pra minha siririca.
Um dia meu marido viajou, trabalhava dando palestras motivacionais em empresas (motivação lá em casa, nada!). Fui levá-lo ao aeroporto, no carro nos despedimos com um selinho, aquela falta de tesão me deixava louca, nem uma ''rapidinha'' de despedida eu ganhei.
Cheguei em casa, naquele dia não tive que dar aula, aproveitei pra colocar leitura em dia e beber um bom vinho. 
Como de praxe, quando você tem um bom livro as horas passam e nem percebemos. Terminei aquele livro em duas horas, talvez um pouco menos. Fui tomar banho. Levei meu massageador para aproveitar um pouco o tempo sozinha. Antes de chegar ao chuveiro, já estava molhada. Enquanto tomava banho e aproveitava o massageador, eu achei ter visto uma sombra, mas como sou míope, logo voltei a minha masturbação.Fui surpreendida com um vento gelado, como se tivessem aberto a porta do banheiro, e enquanto estou tirando o shampoo dos meus cabelos, sinto que alguém me observava, e quando abro os olhos, vejo um moreno, não muito alto, com algumas tatuagens, e algo no olhar dele me fazia lembrar dos gatos, os olhos fecham devagar, algo atraente. — O cara disse: 
- Saia do banho, te espero aqui fora.
Quando o vi, eu apenas deu um passo para trás, não fiquei muito nervosa, pois em um bairro ao lado haviam matado uma jovem que reagiu a um assalto. Logo tentei manter a calma e fazer o que ele havia pedido. Sai do banho, coloquei um roupão e fui até ele. Assim que cheguei ao quarto, falei:
- Eu tenho pouco dinheiro em casa, não tenho joias, sou professora e meu marido viajou, só peço que não me machuque, por favor! Ele disse que eu poderia ficar tranquila, e que gostaria apenas que eu colaborasse. Ele me amarrou numa cadeira que havia no meu quarto, estava preocupada com o que ele iria fazer, mas o fato dele me amarrar estava me excitando, seria síndrome de Estocolmo?! Além de me amarrar ele vendou meus olhos, ouvia-o abrindo alguns armários, remexendo em algumas coisas. 
Eu sentia seu calor bem próximo ao meu corpo, sentia seu cheiro de suor, e também ouvia um barulho de quando você roça a pele na mão, quando de repente senti algo quente e melado em um de meus braços, ele havia gozado, gozou mesmo sabendo da minha situação vulnerável, na verdade, acho que ele gozou também por ter gostado dessa condição.
Ele passava o pau em minha mão, queria que eu pegasse. - Ele dizia: - Aperta bem forte!! 
Todo e qualquer medo que eu tinha estava indo embora, eu queria senti-lo mais, queria vê-lo, chupar seu pau. Ele percebeu que eu estava gostando, estava me entregando, então decidiu me desamarrar da cadeira, mas ele preferiu que ficasse vendada. Ele me colocou deitada, levantou minhas pernas e começou a chupar meus dedos dos pés, aquilo me deixou maluca, essa ''chupação'' de dedos foi o suficiente para me fazer gemer como louca, ele continuou chupando e meteu lentamente seu pau na minha buceta, que estava molhada e meu clitóris pulsando tanto quanto meu coração, nunca tinha experimentado essa coisa de chuparem meus dedos enquanto penetravam em mim, isso era delicioso!
Ele parou de meter, fiquei aflita, não sabia o que viria em seguida, senti abrindo minhas pernas em "V", levando sua boca até minha buceta, mas ele não passava a só a língua, ele esfregava a barba em toda a minha xana, eu naquele momento fui reduzida, estava tão molhada e com seus movimentos repetitivos de esfregar a barba, eu gozei e gemi como se estivesse sendo abatida. 
Pediu para que eu ficasse de quatro, percebi que ele levantou, ofertou seu pau para que eu chupasse. Chupei, chupei, lambi, engolia o pau inteiro, enquanto ele dizia:
- Chupe devagar, minha puta gostosa, estou quase gozando na sua boca.
Eu respondi:
- Goza, encha minha boca de porra!
E ao som de gemidos dele, que mais pareciam rugidos, ele colocou sua porra na minha boca.
Ainda de "quatro" ele pediu que eu ficasse assim, percebi ele saindo da minha frente e indo para trás de mim, senti suas mãos em minhas ancas, e lentamente ao seu pau penetrando meu cu - Que delícia!- Ele começou devagar, colocando só a cabeça, e eu pedindo pra não colocar, que estava doendo - Ai, tira, tá doendo! Ai, ai! — Minha dor parece que deu mais tesão nele, quanto mais eu pedi pra parar, mais ele metia e ia ao delírio. Seus gemidos estavam se intensificando e a estocada no meu rabo ficava cada vez mais forte. Ele tirou o pau do meu rabo, pediu para que eu colocasse a língua pra fora e gozou na minha boca e língua, depois te ter gozado, ele disse:
- Isso é pra você nunca esquecer meu gosto, minha puta gostosa! Eu também não vou esquecer o seu.
Ele foi embora, sem levar nada, e eu fiquei na cama, extasiada, dolorida e cansada. Fui tomar banho e dei uma olhada na casa, pra ver se ele tinha levado alguma coisa, estava tudo no lugar, em perfeitas condições. Deitei, e fiquei pensando na loucura que tinha acontecido, tanto tempo sem um sexo e isso acontece, não conseguia esquecer.
No dia seguinte, antes de buscar meu marido, fui até a rádio da cidade e pedi para lerem meu apelo durante a programação: você me fez sentir uma puta por pouco tempo, e eu adorei ter você, estarei sozinha semana que vem, te espero.

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